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USDA: novos ajustes nos números da soja

Porto Alegre - RS - Brasil 20230912

Em seu relatório de setembro de 2023 USDA faz novos ajustes na produção da soja dos Estados Unidos.
USDA: relatório de oferta e demanda da soja

Fonte: USDA

Modelo: Atribuído ao site Noticias Agrícolas.


O novo reporte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), desta terça-feira (12), confirma uma redução nos dados da safra de soja americana, ciclo 2023/24.


Produção:


Houve uma redução da produtividade de 57,04 para 56,15 sacas por hectare, cerca de 1.56% abaixo, reduzindo, consequentemente, a estimativa de produção de 114,44 para 112,84 milhões de toneladas, correspondendo a uma queda de 1,44%.

Área plantada e colhida:


O reporte mensal do USDA trouxe um leve aumento na área plantada para 33,83 milhões de hectares, ante aos 33,79 milhões de hectares reportados em agosto.


Também houve um pequeno ajuste para na área colhida, ficando em 33,51 milhões de hectares contra os 33,47 milhões de hectares estimados em agosto.


Exportações:


Em contrapartida as perdas da safra e uma redução da colheita em 1,56% menor que a estimada em agosto, o USDA trouxe, também, uma redução de 1,91% nas exportações dos EUA nesta nova temporada, correspondendo a 48,72 milhões de toneladas, ante os 49,67 milhões de toneladas estimados em agosto.


Esmagamento:


O esmagamento reduziu aproximadamente 0,45%, passando de 63,60 milhões de toneladas previstos em agosto para 62,32 milhões de toneladas, no atual reporte.


Estoque finais:


Em consequência aos ajustes, os estoques finais foram estimados para 5,99 milhões de toneladas, cerca de 10,19% abaixo da última previsão que foi de 6,67 milhões de toneladas em agosto.


Demais países:


O USDA estimou um aumento das exportações brasileiras para 97 milhões de toneladas, ante aos 96,50 milhões estimados em agosto. Já os estoques finais foram estimados em 3,73% abaixo dos números reportados em agosto, ficando em 38,70 milhões de toneladas.


Na Argentina a diferença está no aumento dos estoques finais em 4,61%, ficando em 24,95 milhões de toneladas, ante aos 23,85 milhões de toneladas estimados em agosto.


Já a China, por consequência do aumento em 1% das importações, agora estimadas em 100 milhões de toneladas, correspondendo a 1 milhão de toneladas acima do último reporte, portanto, ficará com os estoques finais cerca de 2,62% maiores, configurando exatamente 1 milhão de toneladas a mais reportados por conta das importações.

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