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Nossos projetos pelo mundo

A Rio Grande Agrícola tem muitas histórias para contar neste canal e esperamos que seja muito proveitoso dedicar alguns minutos para conhecer o caminho que trilhamos ao longo de nossa jornada em busca de mercados e bons clientes.

Com poucos anos de existência, a Rio Grande Agrícola, vem atuando de forma inovadora no mercado internacional de grãos, proporcionando alternativas diferenciadas de comercialização para seus clientes.

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Produtor rural e técnico planejamento atividades agrícolas
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Com autorização do Conselho de Administração, a Rio Grande Agrícola torna público desfazimento de parceria comercial com empresas JP Energy Global PTE. Ltd., de Singapura e Grocer Capital Group, de Toronto, Canadá.


JP Energy Global PTE. Ltd., JP Energy, Grocer Capital Group, GCG, RGA, Rio Grande Agricola S.A
Rio Grande Agricola S.A: Comunicado do Conselho de Administração

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Especialistas fazem levantamento e indicam perdas da soja nas áreas afetadas pelas enchentes do Estado do Rio Grande do Sul.


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Foto: Notícias Agricolas

A colheita da soja no Estado do Rio Grande do Sul ainda não estava encerrada no momento em que ocorreram as chuvas que castigaram o Estado, neste inicio de mês onde, segundo as estimativas, faltavam cerca de 30% a serem colhidos, de um total de 6,68 milhões de hectares plantados.


Com a produtividade estimada em 3.329 quilos por hectare, ainda havia uma área de 2 milhões de hectares por serem colhidos no Estado do RS, logo, estima-se que faltavam colher aproximadamente 6,6 milhões de toneladas.


O resultado desta análise foi divulgado em entrevista ao canal Notícias Agrícolas, onde a consultoria especializada Pátria Agronegócios, através de seu analista, Matheus Pereira, apontou através de suas análises e levantamentos, que existem áreas ameaçadas no Rio Grande do Sul, com potencial de perdas entre 2,4 milhões a 2,8 milhões de toneladas, aumentando ainda mais as perdas nacionais que podem ser superiores as perdas registradas em 2022.


Para entender o cenário atual de perdas, as estimativas eram de que o Brasil colheria 162 milhões de toneladas de soja no ciclo 2023/2024, porém, os efeitos do clima provocados pelo fenômeno El Niño, que tiveram influência negativa desde o início do plantio até as fases de desenvolvimento das lavouras nas regiões produtoras do país, fizeram com que, gradativamente, fossem ajustando-se esses dados, reduzindo o potencial produtivo brasileiro para números abaixo de 145 milhões de toneladas. Estas perdas foram provocadas por excesso de chuva no momento plantio, provocando replantio e, escassez de chuvas, em outras áreas, reduzindo o potencial produtivo, invariavelmente, em todo o País, as lavouras de soja foram afetas por algum efeito do clima instável.


Em abril de 2024, a CONAB (Companhia Brasileira de Abastecimento), divulgou em seu boletim, após sucessivos cortes, uma previsão de safra de 146,52 milhões de hectares, um número bastante controverso com o teimoso número divulgado e mantido pelo USDA (155 milhões de toneladas) e, com este novo ajuste, configurando-se cumulativamente as perdas de ao longo do ciclo produtivo da oleaginosa. E agora, já com a potencial perda de boa parte dos 6,6 milhões de toneladas da oleaginosa a serem colhidas no Estado do Rio Grande do Sul, poderemos ter números muito aquém das expectativas iniciais.


Em nossas análises, na Rio Grande Agrícola, já afirmávamos sobre a complexidade que é produzir com a influência e os efeitos controversos do fenômeno El Niño, pelo fato de que este fenômeno provoca um efeito contrastante entre regiões brasileiras, potencializando excelentes safras nas regiões ao sul e variáveis nas regiões ao norte do País e, vice-versa quando ocorre o fenômeno La Niña, pois já havíamos assistido este cenário em muitos momentos anteriores. Nossa estimativa era de 142 a 143 milhões de hectares, o que sempre nos deixou incrédulos com os efeitos que a superestimava provocaram nos preços da soja na Bolsa de Chicago, onde chegamos a publicar em nosso blog e redes sociais alguns comentários sobre as perdas que os produtores brasileiros tiveram com o excesso de otimismo de alguns setores do agro brasileiro, reduzindo em bilhões de dólares sua receita total.


Neste atual cenário temos que levar em conta que (i) as estimativas de hectares plantados são reais, com potencial de 162 milhões de toneladas, (ii) que houve uma expansão de área, (iii) que houveram perdas variadas em todos os campos produtivos, com algumas lavouras chegando a 50% de perdas, (iv) que houveram efeitos da escassez de chuvas e que também houveram inundações em lavouras, (v) que os efeitos da bolsa são provocados pelo estoque final da oleaginosa e pelo movimento de compra e venda especulativa e (vi) que a Argentina voltou a colher mais do que nos últimos anos.


Conclusivamente, podemos dizer que: o que o Brasil perdeu ou teve como quebra, não há remédio e, infelizmente, está consumada a perda financeira, mas teremos que aprender (i) a fazer melhor nossas análises e estimadas, prevendo todos os cenários, porque já que sabíamos dos efeitos dos fenômenos El Niño e La Niña e, não houve uma análise sequer que estimasse risco de perdas, cuja grande maioria das previsões apontavam uma super safra brasileira, mas, em rara exceção, a consultoria aqui divulgada informava a potencial perda, (ii) que devemos combater o efeito USDA, pois aquilo que os americanos costumam considerar como ideal não é o ideal para o Brasil, bem como, a sua base de composição de preços são feitas para o produtor americano e não ao produtor brasileiros (apenas e preguiçosamente tomamos seus dados emprestados para fazer nossos preços, infelizmente) e, visto que, mesmo sabendo das perdas, o USDA mantém o número estático em seu banco de dados, ou seja, se está assim é porque alguém se beneficia e nós já sabemos que não foram os produtores e comerciantes brasileiros que se beneficiaram, (iii) que a CBOT é composta de grandes player compradores de soja e especuladores de mercado e, entre eles, estão grandes compradores chineses e, por fim, (iv) que as perdas provocadas pela tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul, expuseram as feridas dos efeitos do clima em nossas lavouras e teremos que aprender muito mais a prever sobre o clima de agora em diante para evitar que nossas plantações fiquem expostas e sob judice do tempo, ou seja, o efeito dos atrasos da safra brasileira devido ao fator climático afetaram nossa produção e precisamos planejar e reavaliar os efeitos do clima em nossas lavouras de forma urgente.


Algumas imagens divulgadas pelo canal Noticias Agrícolas:











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Rio Grande do Sul sofre maior desastre natural de sua história recente, com níveis dos rios ultrapassando o recorde de 1941.

Enchentes no Rio Grande do Sul, Inundação em Porto Alegre, Enchente no RS, Nível do lago Guaíba ultrapassa a marca histórica, Nível do lago Guaíba chega a 5,30m
Crédito: BBC e Getty Images. Foto: Imagem área do centro da Capital do RS, Porto Alegre, tomada pela água do lago Guaíba

O Estado do Rio Grande do Sul vive seu pior desastre climático da história recente. Um total 341 munícipios do Estado foram atingidos de um total de 497 munícipios existentes no Estado, cuja grande maioria sofreu com chuvas ininterruptas nos últimos 8 dias e, acima da média histórica, em algumas localidades chegando atingir mais da metade das chuvas previstas para o ano todo.


Precipitação:


Para se ter uma ideia do volume de chuvas registrados no Estado, algumas cidades do Rio Grande do Sul registraram mais da metade do acumulado de chuvas que costumam ocorrer em ano inteiro, por exemplo: a média anual costuma girar em torno de mil a 1,3 mil milímetros, mas Fontoura Xavier, localizada na Serra do RS, somou um total de 684 milímetros. Já os munícipios de Caxias do Sul, Faxinal do Soturno, Nova Palma, Bento Gonçalves e Soledade também registram totais acima de 500 milímetros. Santa Maria, bateu um recorde mundial de precipitação de chuvas em um dia, chegando a 214 mm nesta última quarta-feira, cujo esperado para mês de maio era entre 130mm a 180mm.


Estragos causados:


Segundo meteorologistas, os estragos que provocaram o fenômeno climático foi um choque de massas de ar quente vindo do norte com a entrada de uma frente fria vinda do sul, causando um contraste térmico, que devido ao forte calor, ocasionando chuvas intensas. “Essa situação do Rio Grande do Sul é o sistema de baixa pressão que vem do Oceano Pacífico. Ele gera um sistema de alta pressão no centro oeste e sudeste e o sistema de alta pressão bloqueia o sistema de baixa pressão. As frentes frias chegam ali, não conseguem passar e chove demais, alimentados por um fluxo muito grande de vapor d’água que está vindo da Amazônia e passa paralelo aos Andes”, detalha Nobre, pesquisador do Instituto de Estudos Climáticos da USP e copresidente do Painel Científico para a Amazônia.


Os prejuízos, neste momento, são incalculáveis, impossíveis de serem medidos, que deixarão sequelas por muito tempo no Estado: foram afetadas estruturas empresariais, comércio, indústrias, complexos agrícolas, lavouras de grãos e hortifrútis, máquinas e equipamentos, veículos de produção, como caminhões, tratores e colheitadeiras, sem contar uma infinidade de veículos de passeio, residências, afetando quase um milhão de pessoas.


Recuperação:


O Estado do Rio Grande do Sul decretou Estado de Emergência, sendo reconhecido de imediato pelo Governo Federal e passará por momentos de muita reconstrução a partir de agora e, após calcular os prejuízos. Somente para se ter uma ideia do tamanho dos estragos, o lago Guaíba que atingiu a marca de 5.30m acima de seu leito, cuja marca de inundação era de 3m, levará cerca de 30 dias para voltar ao nível natural, isto se o tempo contribuir e as chuvas ao longo dos dias.


Uma vez passado este momento, o Governo terá que calcular o tamanho dos prejuízos deixados pelas enchentes e, certamente, deverá se tomar medidas para evitar que no futuro venha ocorrer novamente uma tragédia destas proporções, em especial, devido as constantes variações climáticas que o mundo vem enfrentando, o investimento em tecnologias de previsão, que são iminentes.


Ajuda:


Os gaúchos estão necessitando de sua ajuda para recuperar-se desta catástrofe climática, cujas famílias perderam tudo o que possuíam e ficaram apenas com a roupa de seu corpo, primeiro pela urgência em sobreviver deixaram tudo para trás e, segundo, porque ao voltar para suas casas pouco terão o que recuperar, sendo o principal agora abrigar-se, porque haverão mais chuvas no decorrer dos próximos dias e está se prevendo a chegada do frio (até porque o bloqueio atmosférico foi vencido pela primeira e mais forte onda frio).


A Rio Grande Agrícola se sensibiliza com a situação de todos os afetados pelas enchentes e quer ajudar de alguma forma, podendo contribuir com a ajuda de seus seguidores, amigos, empresários que se relacionam conosco e sabem o quando preservamos pela honestidade, ética e transparência nos negócios e queiram solidarizar-se com nosso povo a fim de contribuir com ajuda emergencial para a compra de materiais urgentes que milhares de pessoas estão necessitando nesta hora.


O plano de ajuda será a compra de itens de urgência: materiais de higiene, limpeza, água e agasalhos (colchões, mantas, roupas para o frio que está por vir).


Desde já, ficaremos gratos por toda e qualquer ajuda que vier e, certos que lhes prestaremos conta de cada centavo que entrar na sequencia dos dias que virão.



Conta especial para doações a vítimas do RS




Conta especial para depósitos em moeda estrangeira


IBAN: BR2390400888012700130051480C1

Beneficiario: RIO GRANDE AGRICOLA S.A


Instruções: Identifique-se com e-mail, contato e nome para podermos enviar documentos legais.


Também, abaixo, temos links uteis para que possam decidir pelo melhor caminho de sua contribuição:


Defesa Civil RS:




Mensageiro da Caridade:




Doações do Exterior - GZH:




Site do terra:




Jornal o Globo:




Agência Brasil:




Folha de São Paulo:


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